1. Escolha seu Curso: depois de ter pesquisado e decido pelo curso e pela cidade em que irá estudar, contate um agente da Bioboard/ ASA Study para pegar o formulário de matrícula da Instituição.
2. Preencha o Formulário de Matrícula: Após preenchido, envie de volta para o agente da Bioboard/ ASA por email ou Fax(veja nos Contatos).
3. Receber a Carta de Oferta e Nota fiscal: O agente da Bioboard/ ASA irá enviar para você a Carta de Oferta e a Nota Fiscal da Instituição e então você terá que efetuar o pagamento para a Instituição numa transferência bancária.
4. Receber seu COE: depois de paga a Instituição irá te enviar a confirmação de matrícula (COE), que é os documentos oficiais que você precisa apresentar para a imigração junto com os demais documentos exigidos.
Clima tropical, praias bonitas, surfe, população hospitaleira e um câmbio melhor do que o dólar americano são as principais razões apresentadas pelos estudantes que escolhem a Austrália como destino de estudo. Segundo estatísticas , o país é o quarto na preferência dos brasileiros que querem estudar fora, perdendo apenas para o Canadá, Estados Unidos e Espanha.
A Austrália oferece excelentes cursos de inglês e outras opções para quem pretende fazer o ensino médio (high school), graduação, pós-graduação e cursos técnicos com qualidade reconhecida internacionalmente.
O sistema educacional é uma das prioridades do governo australiano, que também estimula pesquisas nas áreas médica, biológica, oceanográfica, física e tecnologia.
Hospitalidade e leis rigorosas
Mais do que a natureza preservada, a Austrália encanta por sua cultura hospitaleira. Seus habitantes costumam receber bem turistas e estudantes, que chegam de todas as partes do mundo.
Em Sydney -cidade mais importante do país-, a população é formada por várias nacionalidades, especialmente europeus e asiáticos. A mistura de culturas pode ser atribuída ao incentivo que o governo australiano oferece aos estudantes estrangeiros, o que não quer dizer que não haja controle sobre ele.
Em toda a Austrália, há muitas regras a serem cumpridas. Há leis que vão desde a obrigatoriedade no uso do capacete para os ciclistas até o pagamento de multas por estudantes internacionais (imigrantes) flagrados com cartões de trem ou de ônibus mais baratos -legalmente, apenas australianos ou residentes têm esse benefício.
A postura rigorosa não poderia ser diferente em relação ao estudo estrangeiro no país. A cada ano, essa legislação é revista e fica mais rigorosa. Anualmente, o departamento de imigração divulga um ranking das nacionalidades mais problemáticas, de acordo com o número de infrações registradas pelos imigrantes.
Estudantes com passaporte brasileiro devem apresentar comprovantes de renda com o equivalente a AU$ 1000, para cada mês de estadia no país. Também devem ter outros documentos que comprovem vínculos com o Brasil, como carteira de trabalho assinada ou matrícula trancada em curso superior. O objetivo do governo é saber se o estrangeiro tem intenção de permanecer em território australiano. Quanto mais documentos o visitante mostrar, provando o contrário, mais fácil será a obtenção ou renovação de seu visto.
A fiscalização em relação à freqüência na escola costuma ser inflexível. A imigração intima estudantes estrangeiros que não comparecem a 80% das aulas. No caso de reincidência, a imigração pode cancelar o visto do aluno e o expulsar do país.
O mesmo rigor é verificado no campo do trabalho. A Austrália é um dos poucos países que dão permissão de trabalho de 20 horas semanais para estudantes internacionais. Só que lá não tem "jeitinho brasileiro". Permissão de 20 horas não quer dizer de 30 ou de 40 horas. As leis são levadas a sério. O estudante que exceder este período e for flagrado por um agente de imigração terá seu visto cancelado e será deportado do país, sem direito de retornar pelo período de dois anos.
Descontração e bons serviços
Apesar de seguir um grande número de leis e regras, o povo australiano nada tem de tenso ou cerimonioso. Possui bom humor e costuma andar pelas ruas vestido de forma descontraída com bermudas, camisetas e chinelos ou até mesmo descalço.
O país apresenta uma das sociedades mais organizadas e uma das melhores qualidades de vida do mundo. Diferentemente do que acontece no Brasil, a Austrália tem uma sociedade mais igualitária. Os pobres australianos têm um padrão de vida semelhante ao dos cidadãos de classe média alta no Brasil. Com isso, há pouca diferença entre as classes no país.
O bom funcionamento dos serviços públicos do país, desde transportes e hospitais a áreas de lazer gratuito, é atribuído à colonização inglesa, que aconteceu num período muito mais recente do que a colonização portuguesa no Brasil. A Austrália foi colonizada pelos ingleses em 1.770, pelo capitão James Cook, e já faz parte do G-7 -os sete países mais ricos do mundo.
Sexto maior país do mundo, com 2,97 milhões de metros quadrados, a Austrália tem a formação de ilha, não fazendo fronteira com nenhum outro território. Contrastando com a grande extensão, porém, sua densidade demográfica é uma das menores do planeta, com um total de 20 milhões de habitantes, concentrada principalmente na costa leste, em especial nas cidades de Sydney (com 5 milhões de pessoas) e Melbourne (com pouco mais de 3 milhões de pessoas).
O país apresenta uma beleza natural e preservada que encanta qualquer estrangeiro. Seus mais de 8 mil km de praias é o sonho de consumo de qualquer surfista. Além disso, abriga um grande deserto que lembra histórias sobre o ""dream team"" dos aborígenes -população indígena original do país.
A diversidade de climas encontrada no território australiano vai desde o calor do ""Outback"" (nome dado ao deserto no país por estar fora da costa), no centro do país, até as geleiras das ""Snow Mountains"" (montanhas de neve), a pouco mais de uma hora de Camberra, capital do país.